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Como está Portugal a combater o Estado Islâmico?

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A POSTOS O major Paulo Lourenço, que esteve seis meses no Iraque, fotografado no Centro Tropas Comandos, na Carregueira

marcos borga

Sempre acima dos 40 graus, 30 militares portugueses apoiaram (e continuam a apoiar) a formação de centenas de soldados iraquianos no campo de treino de Besmayah, Bagdade. E daqui vão combater o autoproclamado Estado Islâmico

Carlos Abreu (texto) e Marcos Borga (fotos)

Portugal comprometeu-se com a Coligação Internacional, liderada pelos Estados Unidos, a dar formação durante um ano às Forças Armadas Iraquianas que combatem o autoproclamado Estado Islâmico (Daesh). E está a cumprir o prometido desde maio deste ano, tendo destacado para o campo de treino de Besmayah, a cerca de 50 quilómetros por estrada da capital, Bagdade, uma força de 30 militares do Exército.

A comandar o primeiro destacamento de seis meses, entretanto rendido, esteve o major de infantaria Paulo Lourenço. Em entrevista concedida ao Expresso já no Centro de Tropas Comandos, na Carregueira, passou em revista uma missão cumprida sobre duríssimas condições climatéricas - "Às duas da manhã estão 40 graus e às duas da tarde estão 56" -, num campo expedicionário, edificado por Espanha numa zona desértica, a que chamaram “Base Gran Capitán”, onde pernoitaram em tendas durante três meses. “Dormimos pouco mas assim o tempo passa muito rápido”, atira o oficial português em jeito de brincadeira.

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