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António Costa, o homem que se recusa a acreditar nos impossíveis

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PERFIL. António Costa: o percurso iniciado aos 14 anos leva-o agora à chefia do Governo

Marcos Borga

“Sou teimoso e persistente. Não desisto com facilidade”, costuma dizer de si próprio. Aos 54 anos, António Luís Santos da Costa chega ao lugar que já foi de Mário Soares, António Guterres e José Sócrates. É o 13º primeiro-ministro desde 1976

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Texto

Jornalista da secção Política

Nasceu em Lisboa, em julho de 1961, filho de Orlando da Costa (poeta e publicitário) e de Maria Antónia Palla (jornalista). Inscreveu-se na Juventude Socialista assim que os estatutos da organização lho permitiram (aos 14 anos) e, desde então, nunca mais deixou a política. Licenciou-se em Direito com média de 15, pelo meio conseguiu reaver a presidência da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa para os socialistas - já então com uma pouco ortodoxa aliança com os comunistas.

Ainda foi monitor na Faculdade, ao mesmo tempo que fazia o estágio no escritório do seu tio Jorge Santos (que era também o de Jorge Sampaio e José Vera Jardim). Mas a atividade partidária começou progressivamente a ganhar força sobre a defesa dos clientes em tribunal. Subiu ao secretariado nacional do PS com Vítor Constâncio, foi um dos principais apoios de Sampaio na candidatura deste à presidência da Câmara Municipal de Lisboa e participou ativamente na negociação com os comunistas (mais uma vez) para a coligação que haveria de governar o município entre 1989 e 2001.

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