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Fuga de três noviças sob investigação há um ano

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DENÚNCIA. Arquidiocese de Braga diz que nada foi provado e está surpreendida com as buscas da Polícia Judiciária

marcos borga

Diocese de Braga tem em curso há um ano um inquérito interno para apurar a veracidade dos maus-tratos e escravidão denunciados por parte de três noviças que fugiram do convento da Fraternidade Missionária Cristo Jovem, em Famalicão. “Até hoje nada foi provado”, alegam

Isabel Paulo

Isabel Paulo

Jornalista

Três antigas noviças da Fraternidade Missionária Cristo Jovem foram ontem ouvidas pela Polícia Judiciária do Norte, no Porto, após terem denunciado por carta alegados abusos durante o tempo em que permaneceram em regime de clausura no convento da ordem religiosa, localizado na Freguesia de Requião, em Famalicão.

As ex-noviças, com idades compreendidas entre os 20 e os 30 anos, sustentam terem sido vítimas de maus tratos e escravidão por parte de três irmãs responsáveis pelo convento, em conivência com o padre Joaquim Milheiro, de 83 anos. As agressões de que afirmam ter sido vítimas sucediam sempre que cometiam alguma falta ou desatenção, referindo que foram ainda inibidas de contactar a família ou circular fora do convento.

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