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Segurança reforçada nos próximos grandes eventos em Lisboa

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AJUDA. Em 2014, Portugal recebeu 56 pedidos de colaboração da Interpol e Europol para a investigação de crimes de terrorismo

ALBERTO FRIAS

Embaixadas e aeroportos com segurança reforçada. O ano passado Portugal recebeu 56 pedidos de ajuda da Interpol e Europol. Mãe de jiadista abatido em França tem nome português mas as autoridades ainda não obtiveram documentação que prove a sua nacionalidade

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

As autoridades portuguesas recusam fazer analogias com o que se passou em França na última sexta-feira 13. O perigo jiadista existe, como sempre existiu, desde o dia em que o autodenominado Estado Islâmico reivindicou os primeiros atentados terroristas na Europa. Mas não parece haver indícios da preparação de qualquer tipo de atentado em Portugal. Em todo o caso, o Expresso sabe que a vigilância policial se reforçou junto aos principais aeroportos ou a embaixadas dos países da coligação que tem bombardeado os postos do Daesh. Desde sexta-feira à noite que os aeroportos nacionais subiram o nível de controlo dos passageiros. Mais alto só se o Governo decidir fechar as fronteiras.

Os ataques cometidos em Paris junto ao Estádio de França num dia de jogo de futebol e no interior de uma sala de espetáculos, o Le Bataclan, durante um concerto de rock, chamaram a atenção das forças policiais em Lisboa, que irão reforçar a segurança nos próximos grandes eventos desportivos e culturais, principalmente em Lisboa. O Expresso não sabe em que moldes nem que tipo de operações podem estar a ser preparadas. “Revelar pormenores de atuação é provocar a diminuição da segurança”, diz um responsável ligado à investigação do terrorismo.

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