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Alô? É das agências de rating? Daqui fala o PS

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PRÓXIMO GOVERNO. Mário Centeno é apontado como ministro das Finanças de um governo de António Costa

alberto frias

Economistas do PS têm-se desdobrado em contactos diretos com analistas das agências de rating, bancos de investimento, jornais financeiros e investidores internacionais. Mensagem: as contas públicas vão manter-se controladas. Agência canadiana DBRS é a única das quatro seguidas pelo BCE que mantém Portugal fora de lixo. Sexta-feira vai rever a avaliação

Economistas da equipa de António Costa têm passado parte dos últimos dias falando diretamente com agências de rating, analistas de grandes bancos de investimento e com investidores em dívida pública. Além disso, Mário Centeno deu uma entrevista esta semana ao Financial Times, com o mesmo tipo de destinatários. O objetivo é combater a apreensão dos investidores em relação ao programa de governo do PS.

Estas informações recolhidas pelo Expresso confirmam a preocupação entre os socialistas para que a sua mensagem seja não só recebida como compreendida. A dívida pública portuguesa tem-se mantido em linha com as demais da Europa, revelando falta de reação em relação ao programa de governo do PS, que anula várias medidas de austeridade. O programa do PS mantém o cumprimento das metas orçamentais, existindo no entando apreensão de investidores em relação à sua credibilidade. Mário Centeno, apontado como futuro ministro das Finanças do PS caso Cavaco Silva convide António Costa para primeiro-ministro, tem dado sucessivas declarações de tranquilidade.

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