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Barbárie do Estado Islâmico origina protesto histórico

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CABUL Afegãos de várias origens étnicas protestaram, a uma só voz, contra a violência do Daesh

FOTO REUTERS

Sete afegãos da minoria hazara foram decapitados por homens afetos ao autodenominado Estado Islâmico. Em Cabul, esta quarta-feira, hazaras, pashtunes, tadjiques e uzebeques uniram-se num protesto unânime, pouco comum naquele país fortemente tribal. Um hazara disse ao Expresso ser este “o primeiro protesto nacional no Afeganistão em mais de 30 anos”

Margarida Mota

Jornalista

Milhares de afegãos protestaram, esta quarta-feira, nas ruas de Cabul contra a decapitação de sete pessoas de etnia hazara às mãos do autodenominado Estado Islâmico (Daesh), cada vez mais presente no país.
Transportando os caixões das vítimas — quatro homens, duas mulheres e uma criança, “decapitados com arame farpado”, escreveu a Al-Jazeera —, os manifestantes desfilaram em cortejo na direção do palácio presidencial, para exigir justiça e a contenção da escalada da violência.

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