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Putin, escuta! A NATO está pronta para a luta!

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DISSUASÃO. O desembarque de marines britânicos, norte-americanos e fuzileiros portugueses em Tróia deixou o secretário-geral da NATO convencido de que é possível “projetar forças de toda a Aliança em poucos dias”

JOSÉ CARIA

Chega esta sexta-feira ao fim o maior exercício militar realizado pela NATO na última década. O secretário-geral da Aliança Atlântica veio a Portugal ver uma demonstração anfíbia e chegou à conclusão que estão preparados para “projetar forças de toda a Aliança em poucos dias”

Carlos Abreu

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João Santos Duarte

João Santos Duarte

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José Caria

José Caria

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Respire fundo para ler a palavra que se segue. Interoperacionalidade. Vinte e uma letras que significam no jargão militar a capacidade para colocar forças armadas de diferentes países a combaterem em conjunto. E foi o que mais se viu esta quinta-feira de manhã nas demonstrações para políticos, chefes militares e muitos jornalistas verem no Ponto de Apoio Naval (PAN) de Tróia, na reta final do maior exercício realizado pela NATO na última década.

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte, o norueguês Jens Stoltenberg não se cansa de referir os números do Trident Juncture realizado no flanco sul da Aliança (Portugal, Espanha e Itália) e no qual participaram cerca de 36 mil militares de 30 países, mais de 140 aeronaves e mais de 60 navios, três dos quais estavam por perto: o oceanográfico “Gago Coutinho” e a fragata “Vasco da Gama”, acostados no PAN Tróia, e o britânico “Bulwark”, fundeado no Sado.

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