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O poeta ainda não pode descansar em paz

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MISTÉRIO Pablo Nerudo, vulto maior das letras chilenas, Nobel da Literatura em 1971 morreu aos 69 anos FOTO GETTY IMAGES

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Quarenta e dois anos depois da morte do Nobel da Literatura chileno, uma névoa de mistério trazido a lume por um documento do Ministério do Interior do Chile vem novamente assombrar a nota final da biografia do poeta: Terá sido Neruda assassinado?

Na noite de 23 de setembro de 1973, morria na Clínica de Santa Maria de Santiago do Chile às 22 horas, um dos maiores símbolos da liberdade e das letras sul americanas, a quem fora atribuído o Nobel da Literatura dois anos antes. A causa da morte do autor de "Confesso que Vivi" teria ficado para a posteridade atribuída a um cancro na próstata, não fora uma suspeita levantada pelo seu último assistente e motorista Manuel Araya Osóri, que, em 2011, introduzia um ingrediente inquietante sobre essa noite, ao apresentar a tese que Pablo Neruda teria sido assassinado.

Agora, segundo um documento a que o diário "El Pais" teve acesso, a questão volta à praça pública, desta vez com o selo do Ministério do Interior do Chile, que pela primeira vez reconhece que é muito possível que a versão do assassinato seja verdadeira. Segundo vem referido no processo "foi-lhe aplicada nessa noite uma injeção que pode ter acelerado a sua morte que decorreu seis horas depois", refere o artigo do "El País".

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