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Descongelamento de pensões vale ‘aumento’ de 5%, mas não chega para voltar a 2010

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gonçalo rosa da silva

O regresso das atualizações das pensões estanca a perda de poder de compra. Mas não chega para recuperar o valor perdido nos últimos anos. Ficam a faltar ainda cerca de 8% e, mesmo assim, pode custar várias centenas de milhões de euros

Um acordo à esquerda, a confirmar-se, poderá representar um ‘aumento’ a rondar 5% nas pensões de reforma. Não há detalhes nem documentos assinados mas, segundo a entrevista de ontem da coordenadora do Bloco de Esquerda ao Diário de Notícias, haverá já acordo para descongelar as pensões.

“Ao longo da legislatura isso irá acontecer com todas e em 2016 com as mais baixas”, garantiu Catarina Martins assegurando ainda que as mais baixas terão mesmo aumentos reais (acima de inflação).

Se todas as pensões forem aumentadas à taxa de inflação, entre 2017 e 2019, isso representará um ganho de 4,6% face ao cenário de partida – o que está no programa do PS e que apenas aumenta pensões mínimas – em que não quaisquer atualizações.

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