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Sócrates apanhado em escutas antes de haver Operação Marquês

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APANHADO O inquérito-crime Monte Branco, que já tinha intercetado de forma fortuita conversas de Pedro Passos Coelho, também acabou por apanhar José Sócrates nas escutas

JOSÉ CARLOS CARVALHO

Empresário Carlos Santos Silva estava a ser investigado no caso Monte Branco quando foram intercetadas conversas com o ex-primeiro-ministro sobre o apartamento que ocupou em Paris

Foram escutas fortuitas. Nessa altura, José Sócrates ainda não era alvo das interceções do Departamento Central de Investigação e Ação (DCIAP). Era de Carlos Santos Silva, empresário da construção civil e administrador de uma empresa do Grupo Lena, que o procurador Rosário Teixeira andava atrás, no decurso da investigação sobre um mega-esquema de fraude fiscal e branqueamento de capitais conhecido como Monte Branco, quando surgiram escutas com o ex-primeiro-ministro que levantaram suspeitas ao Ministério Público.

Santos Silva fazia supostamente parte da lista de clientes de Francisco Canas, um comerciante com uma loja na Baixa de Lisboa conhecido por “Zé das Medalhas” que possuía um esquema paralelo de lavagem de dinheiro, recebendo grandes somas em notas e garantindo depósitos de valor equivalente em contas na Suíça.

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