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“Atingiu os objetivos que pretendia”

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ATIVISTA. O luso-angolano pôs termo à greve de fome que cumpria há 36 dias

O luso-angolano pôs termos à greve de fome, que cumpria há 36 dias. Adelino de Almeida, político do MPLA, considera que esta foi “a atitude mais racional que o ativista poderia ter tomado”

Gustavo Costa

Correspondente em Luanda

Correspondente em Luanda

Depois de ter mobilizado a opinião pública internacional, Luaty Beirão, o mais célebre dos atuais presos políticos em Angola, pôs fim a 36 dias de greve de fome. “Atingiu os objetivos que pretendia”, disse ao Expresso Mariano Feliz, um dos muitos jovens universitários apoiantes da causa dos 15+1.

Para o regime, a decisão do rapper luso-angolano foi acolhida com um sentimento de alívio face à crescente deterioração do seu estado de saúde, que se abeirava, perigosamente, de um desfecho fatal.

Nas hostes governamentais, a notícia do fim da greve de fome protagonizada por Luaty Beirão está a ser gerida com um rigoroso silêncio, que parece denotar alguma precaução ante a delicadeza de um caso que já ultrapassou as fronteiras de Angola.

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