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As presidenciais mais disputadas de sempre

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SAIS TU, FICO EU. O candidato Daniel Scioli e a sua mentora, a Presidente cessante, num comício em Buenos Aires

MARCOS BRINDICCI/REUTERS

A Argentina terá amanhã a mais acesa e incerta disputa presidencial da sua História, que poderá obrigar a uma inédita segunda volta, para decidir a continuidade, ou não, do "kirchnerismo". Também há eleições para a renovação de um terço do Senado, metade da Câmara dos Deputados e os governadores de 11 das 24 províncias

Município de Esteban Echeverría, periferia de Buenos Aires, reduto eleitoral do governador Daniel Scioli, candidato presidencial da situação, que quer continuar com o legado da Presidente Cristina Kirchner. Nesta região, de classe baixa e média, o luso-descendente Juan Manuel Dias da Silva, de 42 anos, não tem dúvidas: "Vou votar no Daniel Scioli. É o candidato que a 'chefa' indicou. Vou votar pela continuidade do projeto", define.

A "chefa" é a Presidente Cristina Kirchner e o "projeto" é como a força política conhecida por "kirchnerismo" denomina o modelo sócio-político e económico que domina a Argentina há 12 anos, desde que o falecido Presidente Néstor Kirchner (2003-2007) e a sua mulher, Cristina Kirchner (2007-2015), chegaram ao poder.

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