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Quanto mais abastados, maior o risco de os jovens se envolverem com droga ou álcool

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LEITURA. Os rendimentos do agregado familiar condicionam de forma expressiva a escolaridade dos jovens

rUI DUARTE SILVA

Elas estudam mais e tentam fugir ao destino. Eles colocam-se em risco e envolvem-se na política. Um estudo sobre 3.000 jovens de ambos os sexos nascidos nos anos 90, no Porto, mostra que o fado tem muitos tons, mas continua pintado a negro

Em português, destino é fado e ambos são descritos no dicionário como “uma força superior que se crê controlar todos os acontecimentos”. A pergunta que fica, então, é a capacidade humana de alterar o fatalismo. E parece que sim, que é possível mudar, no presente, o rumo do futuro. Pelo menos para os jovens do Porto.

Esta sexta-feira é apresentado na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, um estudo sobre a geração nascida na década de 90 do século XX e que em 2003 e 2004 frequentava as escolas públicas e privadas do Porto. Foram analisados os comportamentos de 2942 jovens, com 13, 17, 21 e 24 anos.

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