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Um Saramago para a Margem Sul

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VENCEDOR. Bruno Vieira Amaral fotografado hoje em frente à Fundação José Saramago, em Lisboa

RUI CARTAXO RODRIGUES

O Prémio José Saramago foi esta manhã atribuído ao romance “As Primeiras Coisas”, ficção de estreia de Bruno Vieira Amaral. Um livro sobre o que é viver nos subúrbios, tendo como cenário o bairro onde o autor cresceu, no Vale da Amoreira, concelho da Moita

Ao meio-dia e um minuto desta terça-feira, com “pontualidade sueca” (nas palavras da anfitriã, Pilar del Río), a representante da Fundação Círculo de Leitores, Guilhermina Gomes, anunciou que a edição deste ano do Prémio Saramago distingue “As Primeiras Coisas”, romance de estreia de Bruno Vieira Amaral, publicado pela Quetzal em outubro de 2013. O galardão, no valor de 25 mil euros, é atribuído de dois em dois anos a autores lusófonos com idade não superior a 35 anos.

Ao receber o prémio, Bruno Vieira Amaral recordou que houve três livros que lhe serviram de baliza, “em termos de estrutura” e ângulo de abordagem ao material narrativo: “A Vida como Ela É…”, do brasileiro Nelson Rodrigues; “O Que Diz Molero”, de Dinis Machado; e “As Pequenas Memórias”, de José Saramago. Uma circunstância que confere ainda mais sentido ao facto de receber o prémio com o nome do Nobel português, numa sala da Fundação que preserva a sua memória e lhe divulga a obra.

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