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PS cede ao Bloco: deixa cair TSU e repõe salários em 2016

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Alberto Frias

Costa abriu a porta a deixar cair a medida mais emblemática do seu programa económico - cortar a taxa social única. E admite repor os salários da função pública na íntegra até ao final de 2016. Desde que as medidas não comprometam os objetivos orçamentais. Estas medidas, apuradas pelo Expresso, sustentam o acordo de princípio anunciado esta quarta-feira de tarde entre PS e BE. Com os comunistas, as reuniões prosseguem. Ainda com reservas

Bernardo Ferrão

Bernardo Ferrão

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Subdiretor da SIC

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

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Jornalista da secção Política

Rosa Pedroso Lima

Rosa Pedroso Lima

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Jornalista

O PS mostrou disponibilidade para deixar cair a sua proposta de corte da TSU dos trabalhadores e repor na íntegra os salários em 2016. Estas cedências a reivindicações do Bloco de Esquerda justificam o entendimento anunciado esta terça-feira por António Costa, e confirmado depois por Catarina Martins, para a formação de um governo liderado pelo secretário-geral dos socialistas.

Em cima da mesa está a ser trabalhada uma solução que passa por um acordo político em torno de princípios orçamentais a respeitar e que cumpram os acordos europeus, mas que não agravem a austeridade em Portugal. Em troca, o BE consegue garantias de que o PS abandona a sua proposta da TSU e que vai repor integralmente os salários da função pública já em 2016. A devolução dos vencimentos aos trabalhadores do Estado pode ser feita gradualmente, a um ritmo de 25% por trimestre, até chegar à totalidade nos últimos três meses do ano.

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