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A estrelinha de David na guerra das estrelas

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NÃO FUJAS. Cahill puxa por Radonjic no Cheslea-Maccabi

epa

O FC Porto encontra hoje a equipa mais frágil do seu grupo: o Maccabi Tel Aviv, que participa pela primeira vez na Champions desde 2004

Os jornalistas israelitas nem queriam acreditar no que estavam ouvir: “O Maccabi Tel Aviv é uma equipa que joga bom futebol, que tem bons jogadores e que merecia muito mais nos dois primeiros jogos”. Ali estava Julen Lopetegui, o treinador do FC Porto, que soma quatro pontos na Liga dos Campeões e bateu o Chelsea de José Mourinho com Casillas, Brahimi, Imbula, Aboubakar ou Osvaldo; ali estava Julen Lopetegui, repetiram eles, a elogiar o Maccabi Tel Aviv que tinha tantos pontos somados quantas as participações na Champions nos últimos dez anos: zero.

Eles desconheciam o estilo Lopetegui, que usa no futebol um dos princípios fundamentais do direito: todos os adversários são fantásticos, até prova em contrário. O conceito de favorito é lhe tão familiar como o tio chato e longínquo de quem nos lembramos só quando um dia bate à porta. Esta noite (19h45, RTP1) é um desses dias, portanto, Toc!, Toc!, quem é, señor Lopetegui? É o Maccabi Tel Aviv.

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