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Cinco “surpresas desagradáveis” que o PS receia nas contas públicas

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Nuno Botelho

O PS queria que Maria Luís Albuquerque desse toda a informação por detrás do PEC entregue em Bruxelas, o que não aconteceu. Os socialistas duvidam dos números, o que resulta numa das “omissões graves” citadas por Costas. Mas há outros campos de risco. Na banca. E na TAP

A coligação deixou cair surpresas desagradáveis em cada reunião", afirmou António Costa, que acusou o PSD/CDS de “omissões gravíssimas” nas negociações. As declarações incendiaram no fim de semana as relações entre os partidos, no âmbito do processo de formação de governo.

Um dos problemas em cima da mesa diz respeito à informação das Finança que levou à elaboração do Programa de Estabilidade e Crescimento no fim da primavera, de cujos números o PS duvida. António Costa pediu essas informações logo na primeira reunião entre partidos mas, ao contrário da expectativa dos socialistas, as tabelas que estão por detrás do PEC não foram entregues ao PS. Este será uma das “surpresas desagradáveis” de que fala agora o PS. Mas há mais.

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