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Autarca vence prémio LeYa

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POLÍTICA. O romancista angolano é vice-presidente na Câmara Municipal da Figueira da Foz FOTO DR

d.r.

O romance “O Coro dos Defuntos” valeu a António Tavares a unanimidade do júri e um prémio de 100 mil euros

O escritor angolano António Tavares foi eleito por unanimidade pelo júri do Prémio LeYa, que considera “O Coro dos Defuntos” “um romance que tem uma construção sólida, conduzindo o leitor através de uma escrita que inscreve em paralelo o percurso do país e o do mundo ficcional, sem que um se sobreponha ao outro”.

António Tavares nasceu no Lobito, em Angola, em 1960. Em 1975 veio para Portugal e concluiu o liceu no Porto. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e fez uma pós-graduação em Direito da Comunicação na mesma universidade. Atualmente exerce o cargo de vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, pela lista do PS, onde tem a tutela das áreas de Cultura, Educação, Formação Profissional, Saúde e Ação Social.

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