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“Desde a saída da troika eu sentia que podíamos ganhar”

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André Gustavo, o especialista em publicidade e comunicação política que dirigiu a campanha de Passos Coelho, reconhece que o momento mais difícil foi o debate das tvs. Em entrevista, fala dos erros do PS e da campanha “científica” da coligação, com sondagens e focus group permanentes, para medir a cada momento o que pensava o eleitorado e “perceber até onde se deve ir ou não se deve ir”

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

Luís Barra

Quando a entrevista terminou, André Gustavo quis fazer-lhe um acrescento: tratava-se de agradecimentos vários - ao “maestro” Matos Rosa (o secretário-geral do PSD), a Paulo Portas, a Pedro Passos Coelho e à família, que ficou no Brasil. Nada que, depois dos cortes que uma entrevista sempre sofre antes da sua publicação, tivesse relevância para entrar na versão final. Mas o primeiro desses agradecimentos não foi nem para os políticos que o contrataram, nem para a família que esteve à distância nos últimos três meses. O primeiro agradecimento de André Gustavo Vieira, o guru da campanha vencedora da coligação Portugal à Frente, foi para a empresa de sondagens e pesquisa de mercado que trabalha para o PSD. “A Pitagórica é a empresa de pesquisa que está com a gente há quatro anos fazendo trabalho de informação e que nunca errou em nada. Sempre foi muito responsável e precisa, e sempre tivemos essa bússola apontando o caminho certo. Foi muito importante para nós”, diz o “marqueteiro” brasileiro.

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