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Uma falsificação que vem de longe?

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MENTIRA. Cartaz usado por ativistas do Greenpeace durante uma manifestação frente à sede da Volkswagen na semana passada

JULIAN STRATENSCHULTE/EPA

Como um pequeno estudo independente, concluído em maio de 2013, se transformou agora no pior pesadelo do maior construtor automóvel europeu, embora o dispositivo de falsificação de emissões da Volkswagen fosse um “segredo de polichinelo” já há uns anos

Com apenas 50 mil dólares (cerca de 46 mil euros), um professor universitário, dois estudantes de pós-graduação e um membro da faculdade quiseram investigar se os motores a diesel seriam tão “limpos” em termos ambientais quanto apregoavam avanços tecnológicos dos construtores de automóveis. Financiados por uma organização não lucrativa, o International Council on Clean Transportation, a equipa começou a testar nas estradas dos arredores de Los Angeles e da Costa Oeste três modelos alemães: os VW Jetta e Passat e um BMW X5. Para surpresa dos investigadores, a discrepância entre as emissões anunciadas pelos fabricantes e a realidade era enorme. A tal ponto que puseram em causa os próprios resultados. “Será que fizemos algo de errado? A tendência é culparmo-nos”, disse numa entrevista à Reuters Daniel Carder.

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