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“As empresas vão querer os velhos a trabalhar menos, mas mais tempo”

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Painel Da esquerda para a direita: Bart Van Ark (Conference Board), Gabriel Felbermayr (IFO), Joseph J. Minarik (Research Comitee for Economic Development) e Paul Nunes (Accenture Institute for High Performance)

Não só uma questão de pensões, mas de necessidade de trabalho qualificado. A economia mundial cresce pouco e é preciso adaptarmo-nos em novas organizações, novos métodos de gestão e novas formas de trabalhar

Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Fotojornalista

Como conseguir voltar a fortes níveis de crescimento económico? Como contrariar a falta de investimento, que resulta da falta de confiança generalizada? O tema reunião quatro economistas internacionais esta semana em Lisboa. E as respostas não são simples. Não estamos a falar de Portugal, mas do mundo. Entre 2010 e 2015, o crescimento médio da economia global será de 2,7%, abaixo da média histórica. O dado foi dramatizado por Paul Nunes, diretor global do Accenture Institute for High Performance, que salientou que não só os países desenvolvidos tardam em recuperar os níveis de crescimento pré-crise como os países emergentes estão com desempenhos abaixo do esperado.

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