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A Europa “manta de retalhos” recusa-se a agir unida

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ESPERA Em frente à vedação da fronteira e esperando conseguir entrar na Hungria após o fecho da fronteira

MARKO DJURICA / REUTERS

Preparada para acolher um milhão de refugiados, a Alemanha volta a controlar as fronteiras para dosear o fluxo de entrada de refugiados que continua a receber. Outros países, que recusam as quotas de refugiados calculadas por Bruxelas, fecham as fronteiras e o espaço Schengen fica ameaçado. Preveem-se obstáculos reforçados para quem procure proteção na Europa rica

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

Olhada à distância do oceano Atlântico, parece evidente que a crise dos refugiados já provocou o efeito de dominó na Europa. É assim que o formula a análise difundida esta terça-feira pelo think tank norte-americano Stratfor. O lançar dos dados volta a estar do lado da Alemanha depois de lhe ter cabido a primeira “mão” ao anunciar que acolheria 800 mil refugiados até ao final de 2015. A medida deixou os números avançados por todos os outros Estados-membros a anos-luz de distância. A segunda “mão” aconteceu no domingo à noite, quando o ministro do Interior alemão, Thomas de Mazière, declarou que Berlim reinstaurava temporariamente o controlo nas fronteiras.

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