Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

A grande oportunidade

  • 333

ALOJAR. Camaratas improvisadas em Munique acolheram 2.200 pessoas no fim de semana passado

MICHAELE REHLE /REUTERS

Heróis para uns, oportunistas para outros, os alemães têm perante si um dos maiores desafios da sua história recente. Vão acolher perto de um milhão de refugiados até dezembro e declaram-se dispostos a receber mais 500 mil por ano, durante alguns anos

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

A habitual discrição dos dirigentes alemães parece ser coisa do passado desde que os dirigentes do país passaram, ao longo das últimas semanas, a fazer com inabitual frequência declarações bombásticas. A atualidade internacional assim o exige desde que a chanceler Angela Merkel tomou a dianteira da resposta ao fluxo de refugiados e migrantes que chegam à Europa. O número de refugiados que anunciou acolher é já sobejamente conhecido - 800 mil pessoas até final deste ano, das quais 413 mil já estão registadas em território alemão, representando quatro vezes o total de entradas de 2014 - e estabeleceu um termo de comparação com os outros Estados-membros da União Europeia que vai ter consequências.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI