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O fenómeno Franzen

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reuters

“Purity”, o último romance de um escritor que alia reconhecimento crítico e uma popularidade substancial, chega amanhã a Portugal

Luís M. Faria

Jornalista

Num texto sobre Jonathan Franzen que o Expresso publicou há dois dias, José Mário Silva sintetizou: “Os seus romances são vastos mosaicos sobre os desafios e paradoxos da vida contemporânea, mas partem sempre de elaboradíssimas radiografias da mais nuclear de todas as instituições: a família. É a partir da exaustiva observação de todas as forças que aproximam e afastam as pessoas umas das outras que o escritor constrói as suas ambiciosas narrativas”. Conseguir falar da nossa época a partir daquilo que é mais essencial para cada um de nós parece uma fórmula vencedora (se o autor for bom e tiver sorte, claro). O último romance de Franzen, “Purity”, amanhã lançado em Portugal, explora questões de identidade pessoal e política ao mesmo tempo que fala de sms e do Facebook, da República Democrática Alemã, da pornografia, do jornalismo de investigação, do narcisismo…

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