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Europa enfrenta maior crise migratória dos últimos 70 anos

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ESPERA. Perto de 2000 refugiados que se encontravam acampados junto à estação de comboios de Budapeste foram autorizados a entrar pela polícia

ZSOLT SZIGETVARY / EPA

Vários responsáveis políticos e instituições europeias reagem ao fluxo imparável de migrantes refugiados, um dia depois de correrem mundo as imagens terríveis do cadáver de uma criança numa praia da Turquia. Esta tragédia, como tantas outras, não emocionou o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que responsabiliza a Alemanha pela crise. Bruxelas agendou reuniões para discutir soluções e apelou aos Estados-membros para que aceitem receber 160 mil pessoas. Enquanto isto, a estação de comboios de Budapeste, reaberta pela polícia, foi ocupada por muitas centenas de refugiados que tentam sair do país

A política de asilo europeia deve ser revista, defendem países como a França, Alemanha e Itália. Este desejo esbarra, porém, nas palavras do primeiro-ministro húngaro publicadas no jornal alemão “Frankfurter Allgemeine Zeitung” desta semana: “Irresponsabilidade é a característica de todos os políticos europeus que prometem uma vida melhor aos imigrantes, encorajando-os a deixar tudo para trás e a arriscarem as suas vidas partindo para a Europa”, disse Viktor Orbán.

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