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Défice de 2,7% este ano “não é verosímil”

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Mário Centeno. O economista ao lado de António Costa

JOÃO CARLOS SANTOS

As contas reveladas ontem pela UTAO – um défice público entre os 4,4% e os 5,4% do PIB nos primeiros seis meses do ano – “impõem sobre o défice no segundo semestre um esforço absolutamente titânico para se cumprir os 2,7%”, que “não é verosímil”

Alguma preocupação”. É desta maneira que Mário Centeno olha para a dimensão que o défice das contas públicas pode assumir este ano, em reação a perguntas do Expresso. O grupo de economistas que lidera, e que construiu o cenário macroeconómico que serve de base ao programa do PS para a área económica, não fez previsões para o défice de 2015 no seu exercício, utilizando a projeção da Comissão Europeia de um saldo negativo das contas públicas nos 3,2% do PIB. “As instituições que têm como função fazer essa análise têm levantado dúvidas sobre a meta do governo”, que é de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB), recorda.

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