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Passos responde a Rangel: ok, mas não, obrigado

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“CLAUSTROFOBIA DEMOCRÁTICA”. Declarações de Paulo Rangel incendeiam ânimos e assustam PSD

LUÍS BARRA E TIAGO MIRANDa

Passos cobriu o tiro de Rangel segundo o qual se respira hoje melhor no país do que há quatro anos. Mas não quer cavalgar (mais) o caso Sócrates. Palavra de ordem: tudo calado sobre a prisão de Évora. Rangel percebeu. Mas fez prova de vida

Um misto de gozo interior e medo de estar a pisar uma bomba, eis um resumo possível da reação do PSD às polémicas declarações de Paulo Rangel na Universidade de Verão do partido. Quando o eurodeputado perguntou “Alguém acredita que se os socialistas estivessem no poder haveria um primeiro-ministro e um banqueiro sob investigação?”, Pedro Passos Coelho foi hábil na resposta (comprou a tese de que o clima mudou, mas soube demarcar-se), mas a direção do PSD fez o resto. Calou o assunto, que já levara o PS e o sindicato dos juízes a acusarem a direita de querer pôr em causa a independência da Justiça.

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