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Crise na China atrapalha venda do Novo Banco

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Sede Se as negociações com a Anbang chegarem a acordo, como previsto, a antiga sede do BES terá inquilinos chineses

FOTO LUÍS BARRA

Negociações estão num num impasse. Questão: o preço. Anbang está renitente em melhorar proposta, depois do impacto da desvalorização das ações chinesas. Prejuízo com a venda do Novo Banco seria próxima de dois mil milhões se a proposta fosse aceite como está. Calendário dá poucos dias para o desfecho

A crise das bolsas asiáticas está a ter efeitos na negociação para a venda do Novo Banco. A Anbang, cuja proposta foi selecionada para negociações exclusivas, sofreu com a desvalorização das ações chinesas e tem-se mostrado indisponível para melhorar as condições. Em causa está o preço. E, portanto, a dimensão do prejuízo a assumir pelo Banco de Portugal no processo. O Expresso sabe que, tal como está neste momento, a proposta implicaria uma perda próxima dos dois mil milhões de euros para o Fundo de Resolução. Mas as negociações continuam, precisamente com o fito de reduzir este impacto.

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