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Europa diz que negócio da TAP não tem dimensão para ser analisado em Bruxelas

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FOTO JOSÉ CARLOS CARVALHO

Primeiro, a direção-geral dos transportes europeia remeteu para a o regulador português (ANAC) a decisão sobre a venda da TAP. Agora foi a direção-geral de concorrência de Bruxelas que encaminhou o parecer para a Autoridade da Concorrência nacional. O futuro da companhia aérea depende assim das autoridades portuguesas. Mas também das espanhola e alemã, por causa do volume de negócios e do peso no transporte aéreo em causa.

O destino da venda de 61% da TAP ao consórcio Atlantic Gateway está nas mãos dos reguladores portugueses. A Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) está a avaliar se a companhia aérea permanece em mãos europeias e, como avançou esta segunda-feira o “Diário Económico”, será a Autoridade da Concorrência (AdC) a decidir o desfecho da operação e não a direção geral da concorrência da Comissão Europeia (CE), justificando que o negócio não tem dimensão para ser avaliado por si no que diz respeito aos efeitos na concorrência. Ainda assim, a operação de venda vai ser também analisada pelas autoridades de concorrência espanhola e alemã, além da portuguesa, de acordo com o Jornal de Negócios. Em causa está o volume de negócios e peso no transporte aéreo que resultam da operação.

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