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#Blackmonday

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ZIPI / EPA

Foi uma segunda-feira negra e em queda livre nas bolsas mundiais. Não se via nada assim desde 2008, quando rebentou a crise financeira na sequência do colapso do Lehman Brothers. Já havia sinais, mas as descidas desta segunda-feira não eram esperadas

Já havia sinais de que podia estar a formar-se a tempestade perfeita. A semana passada foi a pior para as bolsas em 2015 e uma das piores em vários mercados acionistas desde há vários anos. Vários indicadores de análise técnica indicavam que a tempestade estava para vir. E veio.

Os principais índices mundiais afundaram após as fortes descidas dos mercados asiáticos. Em Lisboa, o índice PSI-20 chegou a descer 8,09%, a quarta maior queda diária de sempre, segundo dados da Euronext. Para os investidores com posições longas no mercado, que apostavam numa valorização, o dia é de fortes perdas. Na Europa, as bolsas fecharam com quedas superiores a 5%. Lisboa recuperou dos mínimos do dia e terminou a perder 5,8% - ainda assim, a pior sessão desde 2008, em plena crise financeira.

O catalisador do pânico parece ser a bolsa de Xangai, que fechou esta segunda-feira a cair 8,46%, a segunda maior queda do ano depois do crash de 27 de julho, em que registou uma descida de 8,48%. Depois de uma “bolha” que fez disparar em mais de 150% o índice de Xangai entre 19 de junho do ano passado e 12 de junho do ano em curso, a capitalização bolsista já emagreceu quase 38%.

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