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FOTO TIAGO MIRANDA

Nove meses, 12 vezes. Desde que está em prisão preventiva, o ex-primeiro-ministro José Sócrates falou em 12 ocasiões. Cartas, entrevistas e declarações. A última foi esta semana. O que ficou de tudo o que disse

À décima segunda vez, o impacto talvez não seja tão grande como da primeira, mas o seu nome – e o inquérito-crime de que é alvo – continua a fazer as primeiras páginas dos jornais e a ser tema de conversa em todo o lado. Divulgada esta quarta-feira pela SIC e pelo “Jornal de Notícias”, a sétima carta escrita por José Sócrates desde que o ex-primeiro-ministro se encontra preso preventivamente em Évora (num total de 12 intervenções) não traz nada de novo em relação ao que tem vindo a dizer a partir da cadeia, mas o momento em que o recluso 44 decidiu falar mais uma vez é especialmente sensível.

Faltam três semanas para que, em setembro, Sócrates seja sujeito a um reexame do seu estatuto de preso preventivo por parte do Ministério Público e do juiz de instrução Carlos Alexandre. E o PS entrou na reta final para tentar ganhar as eleições legislativas de 4 de outubro. António Costa, o secretário-geral do PS e candidato a primeiro-ministro, fez questão de sublinhar hoje que não comenta processos judiciais, “quaisquer que eles sejam, designadamente esse caso”, tentando recolocar a agenda mediática naquilo que lhe interessa: “Vou estar centrado naquilo em que estou centrado, que é a apresentação do meu programa eleitoral, na discussão do meu programa eleitoral”.

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