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Angola: um caso bicudo para o BPI (para o bem e para o mal)

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FOTO RUI DUARTE SILVA

BPI diz que está a estudar soluções para acomodar participação no BFA. Nada está decidido mas venda de parte da posição de 50,1% é um dos cenários possíveis

As novas regras de exposição dos bancos europeus a países terceiros, grupo onde se inclui Angola, impostas pelo Banco Central Europeu (BCE) colocaram no radar a posição de 50,1% do BPI no Banco de Fomento Angola (BFA). O BPI é maioritário e a exposição do BFA a ao Estado angolano e ao Banco Nacional de Angola é grande e vai pesar nos rácios.

Entre os diversos cenários possíveis para o BPI, liderado por Fernando Ulrich, ultrapassar a situação estão a venda ou a redução da posição ou ainda um entendimento com o BCE relativamente à forma de ultrapassar a contabilização da exposição a Angola. A compra do Novo Banco seria uma forma de o BPI ficar maior e, como resultado, diluir a exposição a Angola.

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