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“Temo que no atletismo se repita o descalabro do ciclismo”

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CERCO Luís Horta defende que a punição retroativa dos batoteiros é importante na luta antidoping

FOTO NUNO BOTELHO

Luís Horta, presidente da Autoridade Brasileira de Controlo de Doping e ex-responsável pela autoridade Antidopagem de Portugal, diz não estar surpreso com as inquietantes revelações de que as amostras sanguíneas de quase um terço dos medalhados olímpicos e mundiais apresentam “valores altamente suspeitos”, entre 2001 e 2012

Isabel Paulo

Isabel Paulo

Jornalista

Em Brasília, em vésperas de voar para Portugal para passar uns dias de férias, o ex-responsável da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) lembra que vem advertindo já há algum tempo para as ligações perigosas da Federação Internacional de Atletismo (IAAF) com o atletismo russo e para a estranha vaga de atletas que procuram estágios em Nairobi, quando “não é segredo que o Quénia domina o mercado africano de doping”.

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