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UGT ao lado do Governo na “guerra” do desemprego

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FOTOMONTAGEM TIAGO PEREIRA SANTOS

Taxa de desemprego desce para o valor mais baixo em quatro anos, mas polémica continua. Oposição contesta validade dos números, Governo diz que “Portugal deu a volta”. No tira-teimas, a UGT esteve com Mota Soares

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

Não é muito comum o ministro do emprego e o líder da UGT estarem juntos num dia em que se sabe que são revelados indicadores sobre o desemprego. E é ainda mais insólito o governante e o sindicalista estarem juntos, e ao vivo, quando o Instituto Nacional de Estatística (INE) revela o último indicador trimestral de desemprego antes das eleições legislativas. Aconteceu esta quarta-feira, e não foi um acaso. No dia em que o INE noticiou a maior queda trimestral do desemprego em muitos anos, em termos homólogos, e num momento em que os dados do desemprego se tornaram centrais no debate pré-eleitoral - com a maioria a puxar pelos bons indicadores, e a oposição a acentuar as dúvidas sobre a validade dessas estatísticas -, a palavra de Carlos Silva acabou por ser uma espécie de tira-teimas. E, nesse, ganhou o Governo: ao contrário do PS, do PCP e do BE, a UGT, pela voz de Carlos Silva, afirmou a sua “satisfação” (palavra várias vezes repetida) pelos indicadores mais recentes.

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