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Um ano depois da resolução do BES, são quatro os grandes desafios para o Novo Banco

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FOTO NUNO BOTELHO

Venda do banco, situação de clientes lesados ainda por resolver, processos judiciais que se multiplicam e a não apresentação de contas relativas a 2015 são os temas mais quentes para o Novo Banco, um ano depois da resolução do BES

Passou um ano desde o domingo que Portugal continua a recordar. Um ano desde que Carlos Costa, governador do Banco de Portugal (BdP), anunciou a resolução do BES, depois do banco da família Espírito Santo ter reportado perdas recorde, de 3,6 mil milhões de euros. Um ano desde que o BES foi dividido em dois: o BES ‘mau’, concentrando os ativos mais problemáticos, e o Novo Banco (NB), reunindo os ativos de melhor qualidade. Uma resolução que, na prática, punha fim ao maior império económico e financeiro em Portugal, o Grupo Espírito Santo (GES).

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