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O disco que deu uma segunda vida a Tina Turner

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reuters

Uma reedição – com temas extra – convida-nos a recordar “Private Dancer”, o disco que na primeira metade dos anos 80 deu uma segunda oportunidade a Tina Turner e que definitivamente fez dela uma das vozes mais célebres de todos os tempos

Pode parecer hoje impossível imaginar um tempo em que o nome de Tina Turner representasse ora a memória quase remota de parte de uma dupla de palco vivida ao lado do seu ex-marido ou traduzisse o cenário pouco promissor de uma mulher de quarenta anos a quem poucos imaginavam então mais do que um discreto futuro entre cabarets e pequenas salas. Mas em finais dos anos 70 este era o retrato real que, depois do longo processo judicial que confirmou o seu divórcio e resolveu as questões financeiras de concertos cancelados de uma digressão interrompida poucos anos antes, fazia de uma voz e de uma personalidade com carreira em disco desde 1960, primeiras partes feitas para os Rolling Stones e até êxitos internacionais ao som de “Nightbush City Limits” ou de versões de “Proud Mary” ou “River Deep Mountain High” uma quase certa candidata a um discreto quase anonimato daí em diante. 

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