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Alice faz 150 anos

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Num mundo ao contrário, com animais falantes, Alice vê-se crescer e diminuir de tamanho sem qualquer tipo de controlo

ILUSTRAÇÃO ALEX GOZBLAU

É o livro infantil mais traduzido depois da Bíblia. Teve como fã número um a rainha Vitória e como número dois o escritor Oscar Wilde. Até Salvador Dalí o ilustrou. Foi adaptado ao cinema por Tim Burton. Fez sonhar e chorar crianças e graúdos. O seu conteúdo, porém, continua a ser um puzzle de mistérios entre sonhos e pesadelos

Estava uma tarde quente de verão, aquela de 4 de julho de 1862. Como muitas vezes acontecia, as três irmãs Liddell - Lorina, Edith e Alice - resolvem ir passear com o reverendo Charles Lutwidge Dogson, o verdadeiro nome de Lewis Carroll, grande amigo da família. Acompanha-as ainda o cónego Duckworth. Desta vez vão de barco pelo Tamisa e descem quase até Oxford. O passeio está a ficar aborrecido e as três irmãs insistem para que Dogson lhes conte uma história. Alice, de dez anos, é a que mais pede ao reverendo uma aventura animada. Talvez por isso é a ela que Dogson dedica a história, atribuindo o seu nome à grande protagonista. E sem grandes demoras começa a relatar-lhes o que hoje conhecemos por “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas”.

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