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Quase 60 milhões de pessoas não podem regressar às suas casas

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EM MOVIMENTO Um jovem refugiado sírio transporta os pertences à cabeça do lado turco da fronteira com a Síria, em Akcakale, província de Sanliurfa

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No momento em que nunca houve tantos deslocados no mundo, nem o estatuto de refugiado está a conseguir garantir aos que o detêm a segurança que merecem, a ONU apela aos doadores e a Amnistia Internacional propõe uma estratégia global para lidar com um problema que diz respeito a todos  

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

Na semana que antecede o Dia Mundial do Refugiado - comemorado este sábado, dia 20, em todo o mundo -, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e a organização de defesa dos direitos humanos Amnistia Internacional (AI) lançaram relatórios com números que provam nunca ter havido tantos refugiados nem deslocados a nível global. 


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  • Este número é uma tragédia: 60.000.000

    Imagine a população de Portugal. Agora imagine seis vezes a população de Portugal. E então imagine toda essa gente em fuga do seu país - para sobreviver, forçados a deixar as suas casas, onde a tragédia lhes chegou à porta. E agora imagine que metade desse número refere-se a crianças. E agora não imagine, porque é mesmo realidade: o número de deslocados e refugiados atingiu um máximo histórico