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A venda da companhia aérea: "muita coragem" ou "cara de pau"?

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NEGÓCIO. Com Neeleman e Humberto Pedrosa, o 15º homem mais rico de Portugal, a frota da TAP vai receber 53 aviões novos

Luís Barra

A oferta de mais dinheiro, mais cedo no tempo, ditou a escolha do consórcio Gateway. Mas à terceira será mesmo de vez? PS já garantiu que um governo socialista tudo fará para que o Estado mantenha a maioria do capital

Vender a TAP foi uma decisão tomada "com muita coragem". Foi assim que o primeiro-ministro, Passos Coelho, comentou a privatização da companhia aérea portuguesa ainda antes do anúncio formal do nome do consórcio vencedor, no final da reunião de Conselho de Ministros de hoje. "Estava em risco a liquidação da empresa a médio prazo", afirmou Passos Coelho, dando o mote para o seu secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, explicar pouco depois, em conferência de imprensa, que na escolha da Gateway, um projeto de David Neeleman, liderado na prática pelo português Humberto Pedrosa, da Barraqueiro, com 50,1% do capital, o que fez a diferença face a German Efromovich.

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