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Um país à beira de um ataque às urnas

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João Carlos Santos

O país passado a pente fino. Mais pobre, com menos emprego e menos gente a produzir e a consumir. Menos apoio, maior desafeição, mas pouca revolta. Para já, alertam os especialistas

O ano de 2011 foi mesmo o último em que se registaram mais de 95 mil nascimentos . Desde então, foi sempre a descer, com 2014 a registar novos mínimos: 82.367 nascimentos. A meio da legislatura, o Governo até tentou lançar um programa de incentivo, mas não parece ter entusiasmado a população. Desde 1982 que a substituição geracional no país não está assegurada porque, como explica Maria João Valente Rosa, demógrafa e diretora da Pordata, “para que tal acontecesse era necessário que cada mãe tivesse em média 2,1 filhos, mas o número médio de filhos por mulher foi de 1,21 em 2013, o mais baixo de sempre”.

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