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Ó tempo, volta para trás…

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AFINAR AS MÁQUINAS. Preparativos para o Rali, na Exponor em Matosinhos

José Coelho/Lusa

O rali volta a Portugal em força, mas sem as voltas de Sintra e a noite de Arganil. Resta a romaria do Minho, o que já não é pouco.

Que tem o Rali de Portugal, que hoje começa, com os tempos heróicos de Markku Alen, Hannu Mikkola ou Michéle Mouton? Há 20 anos, o Rali de Portugal corria boa parte do país e milhares de entusiastas iam atrás, do primeiro ao último troço. Começava-se perto de Lisboa (Gradil e Montejunto) e depois rumava-se à Beira: Figueiró, Lousã e serra da Freita, muitas vezes com etapa noturna e gelo. Seguia-se um segundo dia com a grande ronda do Minho, normalmente com duas partes: Viana do Castelo/Ponte de Lima e Fafe/Cabreira. 

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