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A trilogia que entusiasmou Cannes e que levanta problemas ao próprio cinema

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Miguel Gomes em "As Mil e Uma Noites"

D.R.

Recebido em Cannes com uma onda de entusiasmo que se propagou pelo festival, "As Mil e Uma Noites", filme em três partes de Miguel Gomes, vale seguramente menos por aquela sensação do que pelos problemas teóricos, complexos, por vezes apaixonantes, que levanta ao próprio cinema.

Miguel Gomes não escolheu, de todo, o caminho mais fácil para um ‘jovem cineasta europeu já reconhecido internacionalmente quando se lançou nesta empreitada de monta com nome de conto oriental, dividida em três partes, “loucura” nunca vista (e foi o cineasta que, por mais do que uma vez, chamou pela palavra). Falámos nestas crónicas, incessantemente, de um cinema de autor em Cannes tão abençoado pela corrida à Palma de Ouro como refugiado no seu próprio casulo artístico. 

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