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“Vai-te embora, António”

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OPOSIÇÃO. Sessão de apoio à candidatura de Norton de Matos, em 12 de janeiro de 1949, em Famalicão

D.R.

Uma viagem aos bastidores da luta antifascista bracarense mostra, através do livro “Os Democratas em Braga”, como a cidade de onde partiu o movimento do 28 de maio nunca deixou de ser um importante foco de resistência à ditadura.

Corria o ano de 1959. Os democratas portugueses continuavam a lamber muitas das feridas deixadas pela arrasadora campanha eleitoral do General Humberto Delgado, que o regime se encarregara de tripudiar, de modo a assegurar a vitória de Américo Tomás. Um pouco por todo o país despontam iniciativas e focos de resistência. Uma das mais originais terá ocorrido em Braga, quando um conjunto de antifascistas lança um documento então conhecido na gíria popular por um título singular: “Vai-te embora António”.

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