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Passos e Costa não dançam o tango. Mas é o PS que marca o ritmo

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Marcos Borga

Propostas socialistas exaltaram os ânimos no debate quinzenal desta quarta-feira. Já se dança a lambada eleitoral.

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

Em 2010, José Sócrates instituiu o tango como metáfora da política portuguesa. “Para dançar o tango são precisos dois”, declarou o então primeiro-ministro, saudando a disponibilidade do então recém-eleito líder do PSD, Pedro Passos Coelho, para alguns entendimentos com o Governo. “Durante muitos meses eu não tinha parceiro para dançar”, notava o primeiro-ministro socialista. Foi-se Sócrates, ficou o tango. Pedro Passos Coelho não precisa de um parceiro para dançar na oposição (tem-no na coligação), mas a maioria já dança ao ritmo ditado pelo PS. Esta quarta-feira, no debate quinzenal no Parlamento, a música que animou parte do debate foi o programa socialista, apresentado em linhas gerais poucas horas antes.


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