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Mão firme das forças de segurança pode tornar-se impopular?

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FOTO Zoubeir Souissi/Reuters

O país experimenta o equilíbrio difícil entre a necessidade de segurança e a manutenção das liberdades recentemente adquiridas 

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

Em meados da semana passada, partidos da oposição, sociedade civil e ativistas dos direitos humanos alertaram para um possível regresso de aspetos do Estado policial que a Tunísia conheceu sob o domínio do antigo ditador Ben Ali. Propunham, por isso, que fossem abandonadas ou alteradas aquilo a que chamaram as “disposições problemáticas” de um projeto de lei que foi apresentada em abril ao Parlamento, mas que ainda não foi sujeita a debate na assembleia, noticiava o jornal “Financial Times”. O projeto de lei que pretende reprimir os ataques contras as forças armadas propõe disposições que criminalizem denegrir a polícia e outras forças de segurança e permitir sentenças de prisão para qualquer pessoa que se prove ser culpada de divulgar ou publicar “segredos de segurança nacional”. O projeto de lei isenta ainda as forças de segurança de incorreram em condenação criminal por usarem força letal para repelir ataques às suas casas, objetos e veículos, desde que a sua resposta seja considerada necessária e proporcional ao ataque.   

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