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A revolta dos judeus etíopes

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VIOLÊNCIA Um dos manifestantes, de origem etíope, que foram detidos durante os protestos em Telavive

Baz Ratner/Reuters

Chegaram a Israel ao abrigo da Lei do Retorno. São cidadãos de pleno direito, mas a sua integração tem sido difícil. No sábado, milhares deles manifestaram-se nas ruas de Telavive, em protesto contra a agressão da polícia a um dos seus. Hoje foram recebidos pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyhau.

Não foi a primeira vez que os judeus de origem etíope se manifestaram nas ruas das principais cidades israelitas. Mas foi a primeira vez que os 'falashas' — como são conhecidos — o fizeram para protestar contra a violência policial. A razões como a exclusão social, a baixa empregabilidade e o sentimento de serem tratados como cidadãos de segunda somava-se o abuso de dois agentes da polícia que foram filmados a bater num jovem soldado das Forças de Defesa israelitas, Demas Fekadeh, de ascendência etíope. O soldado estava fardado na altura da agressão.

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