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Expresso

  • Acabar com o estado de emergência para que tudo fique na mesma

    Diário

    Hélder Gomes

    Os turcos vivem sob medidas altamente restritivas desde o verão de 2016, na sequência de um golpe de Estado fracassado. Nas eleições do mês passado, o Presidente-sultão Erdogan prometeu pôr um ponto final no estado de emergência e cumpre agora essa promessa. Mas isso não significa que os turcos vejam as suas liberdades restabelecidas. Aliás, tudo parece indicar o contrário

  • A disrupção como método político

    Diário

    Ana França

    Quebrado pela pressão, Trump lá veio admitir que, sim, confia nos seus serviços secretos. Sim, mais do que em Vladimir Putin. Mas o dano estava feito e os aliados europeus estão a deixar de confiar na liderança norte-americana - incluindo na área da Defesa. Desta semana conturbada fica uma certeza: Trump faz da disrupção uma (potente) arma de marketing

  • Este está quase. Mas para o ano é que é

    Diário

    Vítor Matos

    A esquerda gostava que o Orçamento passasse. O Governo também. Mas isso está quase. Para o ano é que vai ser: todos os partidos vão endurecer discursos diferenciadores para se distinguirem nas Europeias e antes das legislativas. Assim que este OE for votado, vai parecer impossível montar qualquer nova ‘geringonça’. Só mesmo o futuro dirá. Não nos podemos esquecer de que o momento em que a ‘geringonça’ pareceu mais impossível foi quando foi criada

  • Tal pai tal filha

    Diário

    Margarida Cardoso

    A mulher Sonae é “uma rapariga normal”, que dedicou boa parte do seu tempo nos últimos anos a viajar pelo mundo em busca de startups para o grupo e quer “ser frontal” como o pai. Belmiro reconhecia-lhe o seu “killer instinct”

  • Nelson Mandela: um legado da África do Sul para o mundo

    Diário

    Cristina Peres

    Mandela continua a inspirar gerações de líderes e ativistas dos direitos humanos quando passa um século sobre o seu nascimento numa aldeia remota da África do Sul. Contra todos os desafios, o país passou de um regime racista de segregação a uma democracia com o seu contributo. As gerações seguintes herdaram um caminho aberto que podem trilhar agora em liberdade

  • “Tinha de caminhar 90 minutos com as garrafas às costas, quando era para mergulhar já estava de rastos”: Ivan, um dos heróis na Tailândia

    Diário

    Helena Bento

    A missão não era fácil mas tornou-se ainda mais difícil devido às condições do terreno, “muito inclinado e escorregadio”, coberto de lama e água. Caminhar custava, mergulhar custava um pouco menos, era quase um “alívio”, como foi um alívio saber que a primeira criança tinha sido resgatada. Ivan Karadzic, mergulhador dinamarquês, conta ao Expresso como ajudou a resgatar as 12 crianças tailandesas e o treinador de futebol que ficaram presos na gruta de Tham Luan, no norte da Tailândia, e esta quarta-feira falaram pela primeira vez ao mundo, numa conferência de imprensa