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SNS: diagnóstico e tratamento prescrito

Subfinanciamento e doenças crónicas são alguns dos desafios do SNS

José Carlos Carvalho

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) cresceu. Nos últimos dez anos, melhorou indicadores assistenciais, ganhou um orçamento maior mas ainda não chega para pagar todas as contas. O défice crónico não foi curado e a saúde financeira dos hospitais requer cuidados intensivos. Vários especialistas prescrevem os tratamentos possíveis e garantem que o SNS tem salvação apesar de ter prognóstico reservado

Ao longo da última década o Serviço Nacional de Saúde (SNS) cresceu. Melhorou vários indicadores assistenciais, passou a funcionar com um orçamento maior... mas as receitas continuam a não cobrir as despesas. E isso traduziu-se em défices crónicos, que deixaram a saúde financeira dos hospitais públicos nos cuidados intensivos.

Desde que a troika saiu do país, em 2014, o SNS já acumulou um buraco de mais de 1,1 mil milhões de euros no saldo entre as receitas e despesas.

Jorge Simões, professor catedrático no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, é o presidente do Conselho Nacional de Saúde. E foi, de 2010 a 2016, presidente da Entidade Reguladora da Saúde. Conhece bem, portanto, o funcionamento do SNS.

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