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Correia de Campos, da governação à concertação

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ELEIÇÃO António Correia de Campos será eleito esta quarta-feira, na Assembleia da República, para suceder a Luís Filipe Pereira na presidência do Conselho Económico e Social

Abriu guerra às farmácias, mandou médicos lavar as mãos, fechou urgências e maternidades, proibiu o fumo em recintos fechados. O controverso ministro da Saúde de Sócrates, ex-mandatário nacional de Sampaio da Nóvoa, é o próximo presidente do Conselho Económico e Social. A concertação social vai dar que falar

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

TEXTO

Jornalista da secção Política

Em janeiro de 2015 aproveitava o seu “tempo de antena” no “Ação Socialista”, jornal oficial do partido, para pedir ao PS (já dirigido por António Costa) que “acordasse”. Em outubro, dias antes das legislativas, previa: “O PS vai ganhar as eleições, pois o povo não é estúpido.” Está habituado a dizer o que pensa e o país habituou-se à sua franqueza, a que outros preferem chamar “fraqueza”. Como naquele julho de 2005 quando, ainda a aquecer o lugar de ministro da Saúde, aconselhou os médicos a lavarem as mãos como forma (elementar) de combate das infeções hospitalares.

Disparar em todas as direções

A manter-se igual a si próprio, o futuro presidente do Conselho Económico Social (a ser ouvido, neste final de terça-feira, na Assembleia da República, pró-forma que antecede a sua eleição para o lugar, quarta-feira de manhã) promete dar que falar na concertação social, onde agora passa a ter assento.

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