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DIREITO DE RESPOSTA

O Jornal Expresso publicou um artigo intitulado 'Atual procuradora-geral da República coordenava equipa que autorizou adoções da IURD', no qual é afirmado que a IURD estaria envolvida numa 'rede internacional de adoções ilegais' e que pelo menos dez crianças teriam sido roubadas de um lar que fazia parte da obra social da IURD, onde eram acolhidas crianças entregues diretamente pelas famílias em dificuldades, sem passar pelos trâmites legais e que as crianças acabavam no estrangeiro, adotadas ilegalmente por bispos e pastores da IURD.

Todas as afirmações são falsas, atingem de uma forma inaceitável, o bom-nome e a reputação da IURD.

A referida instituição recebia crianças, todas elas lá colocadas no seguimento de pedidos de proteção e promoção, emitidos por tribunais ou pelas próprias comissões especializadas na proteção de menores. Essas crianças eram continuamente acompanhadas por técnicas da Segurança Social que frequentemente se deslocavam à referida instituição.

É falso que tenha existido qualquer manipulação dos processos ou falsificação de informação.

Em momento algum 'desapareceram várias menores' retiradas às famílias biológicas.

Em todos os casos, foi sempre a Segurança Social e as instâncias que, por diferentes motivos, consideraram que as crianças estariam melhor no lar da IURD, do que a viver no ambiente familiar onde naquela altura estavam inseridas.

Os processos em causa seguiram todos os trâmites legais, tendo sido decididos por tribunais portugueses, com o envolvimento de todas as entidades competentes, como a Segurança Social e a Santa Casa da Mesericórdia e culminado na decisão de adoção dos menores.

Os processos de adoção não padecem de qualquer vício formal ou ilegalidade. Ao contrário do que é afirmado, foi sempre assegurado o direito ao contraditório dos pais biológicos que inclusive foram regularmente citados no âmbito das ações de confiança judicial com vista a futura adoção, como aliás consta expressamente de documentos que integram os referidos processos judiciais.

Repudiamos todas as imputações e falsas afirmações que o artigo lança sobre a nossa Igreja, exigindo a reposição da verdade, para salvaguarda da reputação de todos aqueles que partilham a nossa fé.

A direção da IURD